Minha Rua Meu Jardim

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Código Florestal é porta de entrada para ruralistas destruírem mais leis


http://sustentabilidade.ogerente.com.br/noticias/codigo-florestal/


Vejam esta reportagem,
Interessante e bastante esclarecedora!

terça-feira, 19 de abril de 2011

CARTA ABERTA À SOCIEDADE BRASILEIRA


DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE - O QUE COMEMORAR?

O Dia Mundial do Meio Ambiente, 05 de junho, foi instituído em 1972. O Brasil ampliou a idéia e decretou a primeira semana de junho como a Semana Nacional do Meio Ambiente, com o objetivo de sensibilizar a sociedade brasileira para uma reflexão a respeito dos problemas ambientais. Entretanto, em 2011, temos pouco a celebrar diante do cenário caótico da política ambiental brasileira.
Os servidores do Ministério do Meio Ambiente - MMA, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade vão a público, em momento tão significativo, denunciar ações de depredação do nosso Patrimônio Natural, em benefício de poucos. Na busca de desenvolvimento econômico a qualquer preço e atendendo grupos de grandes produtores rurais, o Governo Federal e o Congresso Nacional promovem alterações drásticas na legislação ambiental federal, sem uma ampla discussão com sociedade.
A proposta mais gritante é a alteração do Código Florestal, com a redução de percentuais de conservação obrigatória (Reserva Legal) na Amazônia e a aceitação de compensação de reservas e danos ambientais em Unidades da Federação e bacias hidrografias distintos do local em que houve o dano ambiental, além da permissão de reflorestamento com espécies exóticas (não-nativas brasileiras), inclusive nas margens de rios, o que seria um erro irreversível na proteção da biodiversidade brasileira.
Outra medida recém-aprovada na Câmara dos Deputados permite o processo de regularização fundiária de terras públicas na Amazônia. A maior parcela dessas terras está nas mãos de médios e grandes agropecuaristas. Ao contrário do que se veicula tal medida não beneficiaria as camadas mais carentes, formada por pequenos produtores familiares que, segundo dados do INCRA, detêm apenas 11,5% da área a ser regularizada.
Some-se ainda que a nova lei deixe posseiros e grileiros no mesmo patamar, o que significa dar "anistia" para quem sempre destruiu a floresta.

Os problemas se avolumam com a fragilidade dos órgãos públicos do setor ambiental federal, que sofrem com falta de pessoal, de recursos e de infra-estrutura, sendo que boa parte dos escritórios do IBAMA e das Unidades de Conservação vive em completo abandono.
Como exemplos de desinteresse institucional por parte do Governo, servidores não recebem qualquer gratificação por serem lotados em locais remotos e de baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), por fazerem fiscalização ou por se especializarem, como ocorre em outras carreiras do Executivo.
O processo de reestruturação da Carreira de Especialista em Meio Ambiente está travado desde 2005; a gestão de pessoal é precária e não há um programa de capacitação. Todo esse cenário desestimula os servidores, que na primeira chance abandonam a Carreira, o que prova a evasão no IBAMA e no MMA ultrapassar 30% em menos de 3 anos.
Enfim, enquanto o mundo busca formas de crescimento sustentáveis, com alteração de matriz energética, recuperação de áreas degradadas e mudança no padrão de desenvolvimento, o Brasil, conhecido por ser modelo de legislação ambiental, dá claras evidências de retrocesso na sua política.
Servidores clamam para que a sociedade vigie as ações tomadas pelos principais atores públicos: crescimento sim, mas com planejamento responsável e respeito ao meio ambiente. A utilização responsável dos recursos naturais guarda ótimas oportunidades de desenvolvimento para o país!
2010: “ANO INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE"
2011: “ANO INTERNACIONAL DAS FLORESTAS”

Wilma do Lago
Gerente de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria Municipal de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Luziânia
Fonte: MMA, IBAMA e ICMBIO

RECICLA LUZIÂNIA

    PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE E
DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO ANDANDO JUNTOS EM LUZIÂNIA...
 A reciclagem é um processo industrial que converte o lixo descartado (matéria-prima secundária) em produto semelhante ao inicial ou outro. Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora.
A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estavam e estão se esgotando. Reciclar significa = Re (repetir) + Cycle (ciclo).

Para compreendermos a reciclagem, é importante "reciclarmos" o conceito que temos de lixo, deixando de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil em sua totalidade. O primeiro passo é perceber que o lixo é fonte de riqueza e que para ser reciclado deve ser separado. Ele pode ser separado de diversas maneiras, sendo a mais simples separar o lixo orgânico do inorgânico (lixo molhado/ lixo seco).

 
Na natureza nada se perde. Seres vivos chamados decompositores "comem" material sem vida ou em decomposição. Eles dividem a matéria para que ela possa ser reciclada e usada de novo. Esse é o chamado material biodegradável. Quando um animal morre, ele é reciclado pela natureza. Quando um material é dividido em pequenas peças, as bactérias e fungos, os mais importantes decompositores, já podem trabalhar.

A decomposição aeróbia é mais completa que a anaeróbia por gerar gás carbônico, vapor de água e os sais minerais, substâncias indispensáveis ao crescimento de todos os vegetais, o qual gera o húmus, ótimo adubo para o solo.

No processo anaeróbio, são gerados os gases (metano e sulfídrico), que causam um odor desagradável; a decomposição anaeróbia produz um líquido escuro denominado chorume (líquido com grande quantidade de poluentes) encontrado normalmente no fundo das latas de lixo. Este chorume é o principal causador da contaminação dos rios e do lençol freático.

A reciclagem traz os seguintes benefícios:
* Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar;
* Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população;
* Prolonga a vida útil de aterros sanitários;
* Melhora a produção de compostos orgânicos;
* Gera empregos para a população não qualificada;
* Gera receita com a comercialização dos recicláveis;
* Estimula a concorrência, uma vez que produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens;
* Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.
No Brasil, seria importante que as pequenas e médias empresas recicladoras tivessem apoio financeiro e tecnológico para melhorar suas tecnologias de reciclagem, pois assim estariam contribuindo na geração de empregos, na diminuição de lixo e na produção de produtos de melhor qualidade com tecnologia "limpa".
A grande solução para os resíduos sólidos é aquela que prevê a máxima redução da quantidade de resíduos na fonte geradora. Quando os resíduos não podem ser evitados, deverão ser reciclados por reutilização ou recuperação, de tal modo que seja o mínimo possível o que tenha como destino final os aterros sanitários.
A reciclagem surgiu como uma maneira de reintroduzir no sistema uma parte da matéria (e da energia), que se tornaria lixo. Assim desviados, os resíduos são coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de bens, os quais eram feitos anteriormente com matéria prima virgem. Dessa forma, os recursos naturais ficam menos comprometidos.
Em Luziânia, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos – SEMARH/LUZ encontra-se em fase de implantação do Aterro Sanitário, bem como todo apoio logístico para a implementação da AGAL - Associação dos Gestores Ambientais de Luziânia. O Projeto Social faz parte do Plano de Gerenciamento Integrado dos Resíduos Sólidos. O Município foi contemplado pelo Governo Federal, através do Ministério das Cidades, com recursos para a construção de Galpões de Triagem. Estes galpões serão disponibilizados para a AGAL e  Cooperativas de Catadores organizadas.

Com o Aterro Sanitário em funcionamento, os “Gestores Ambientais” (catadores) capacitados e organizados, o município dá um grande passo para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para uma gestão dos resíduos sólidos, contemplando os catadores e beneficiando toda a população com a reciclagem dos resíduos gerados ,conseqüentemente melhor qualidade de vida para a nossa população.


TABELA -  RESPONSABILIDADE PELA DESTINAÇÃO FINAL
Origem
Possíveis Classes
Responsável
Domiciliar
2
Prefeitura
Comercial
2, 3
Prefeitura
Industrial
1, 2, 3
Gerador do resíduo
Público
2, 3
Prefeitura
Serviços de saúde
1, 2, 3
Gerador do resíduo
Portos, aeroportos e terminais ferroviários
1, 2, 3
Gerador do resíduo
Agrícola
1, 2, 3
Gerador do resíduo
Entulho
3
Gerador do resíduo

Fonte:SEMARH/LUZ
Ambientebrasil


Wilma do Lago
Gerente de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria Municipal de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Luziânia




segunda-feira, 18 de abril de 2011

O Jardim da Casa de Rubem Alves

...Eu acho que Deus, ao criar o universo, pensava numa única palavra: Jardim! Jardim é a imagem de beleza, harmonia, amor, felicidade. Se me fosse dado dizer uma última palavra, uma única palavra, Jardim seria a palavra que eu diria."(Clique aqui para você ler um texto sobre jardins)... VEJA MAIS : http://www.rubemalves.com.br/jardim.htm

sexta-feira, 25 de março de 2011

PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO URBANA "MINHA RUA MEU JARDIM"

Todos os povos do planeta vivem hoje em maior ou menor grau o inesgotável dilema relativo a duas preocupações vitais: a escassez de energia e de recursos naturais.
Com o avanço do conhecimento científico acerca dos sistemas naturais, e o advento de movimentos sociais e da utilização de meios de comunicação em massa voltados para uma conscientização geral, tem sido gradativamente quebrado o paradigma  de uma natureza infinita e da moderna tecnologia como solução para todos os problemas, o que ao longo do tempo fundamentou uma economia linear contrária à complexidade dos ciclos naturais.
Desse modo, a sociedade humana encontra-se “encurralada” entre a necessidade de avançar no desenvolvimento, e fazer com que os recursos do planeta resistam e forneçam subsistência a esse progresso, tornando-se ainda disponíveis às gerações futuras.
Apesar de verídica, essa realidade mostra-se ainda distante. Os caminhos alternativos que permitem conjugar desenvolvimento socioeconômico ambientalmente sustentável já são percebidos por muitos, mas executados por poucos. E nesse contexto, a sociedade inicia um processo de reflexão sobre as questões ambientais a partir de suas percepções sobre as alterações no ambiente, e conseqüentemente em sua qualidade de vida. Assim, os que habitam a cidade se conscientizam da importância da gestão ambiental através da ocorrência de momentos desagradáveis como a falta de água e de energia, o calor excessivo, e a inexistência de espaços de lazer.
Diante disso, o Poder Público e a comunidade em geral necessita urgentemente assumir o papel de agentes responsáveis por uma política pública voltada para a questão do desenvolvimento sustentável, principalmente no que tange o uso e ocupação do solo de nossas cidades. 

INSTITUTO IDEIAS: "E não sede conformados com este mundo, mas sede ...

INSTITUTO IDEIAS:
"E não sede conformados com este mundo, mas sede ...
: "'E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa..."